quinta-feira, 28 de março de 2013

Meio Matrix



Renan Calheiros continua presidente do Senado e o povo só fala de Marco Feliciano.

Os mensaleiros condenados continuam não só soltos, andando livremente pelas ruas, como um deles assumiu mandato de deputado e o povo só fala de Feliciano.

A PEC das domésticas foi aprovada com vários erros e discrepâncias, o que pode causar inúmeras demissões na classe e o povo só fala do Pastor.

É impressão minha ou tá tudo meio Matrix? Todo mundo dormindo, vendo apenas aquilo que nos é dado para ver?

Música do dia


segunda-feira, 25 de março de 2013

Junkie (Mulher inteligente)


Né não?


Uma pergunta que eu sempre quis fazer pra quem critica o capitalismo, o socialismo ou o comunismo:
Se tudo mundo soubesse discernir o que é certo e o que é errado, e optasse por seguir o que é certo, qual desses sistemas seria necessário?



Não existe regime/sistema bom ou ruim. Existe gente boa e gente ruim. 

Música do dia

Pra começar a semana na maciota...

quinta-feira, 21 de março de 2013

Música do dia

Uma homenagem aos 111 anos de nascimento de Eddie James House Jr, mais conhecido como Son House; um dos grandes nomes do Blues...


quarta-feira, 20 de março de 2013

Coerência


Nenhum "líder" religioso deveria poder se candidatar a cargo público. E isso não tem nada a ver com respeito e liberdade de culto. Tem a ver com ser coerente; bem simples. Não dizem que a política não deve interferir na religião? A recíproca TEM que ser verdadeira.


Como você pode permitir que uma pessoa que, por "motivos religiosos", discrimina algum segmento da sociedade, seja ele qual for, possa criar leis que irão reger, inclusive, a vida dessas pessoas?

Outra coisa: seguidores de religiões tendem a ser muito "passionais" e seguem seus "líderes" cegamente, no mais amplo sentido da palavra. Conseguem imaginar o estrago que isso é capaz de causar? Enorme. Mesmo porque, o ramo religioso está cheio de pessoas inescrupulosas, assim como na política. Baixe o salário dos políticos e suas regalias e você verá quantos ainda se candidatarão. A mesma coisa com muitas "igrejas". Acabe com a isenção de impostos das igrejas, acabe com o lucro religioso e veremos quantos ainda vão querer ser pastores.

Padres não se candidatam a cargos públicos. Por que pastores não fazem o mesmo? Não tô dizendo que a Igreja Católica seja menos nociva que a Evangélica...

Do jeito que as coisas vão, não é mais absurda a ideia de se ter um presidente evangélico, pastor e mais corrupto. E aí sim, vocês vão ver o que é uma ditadura.


Antes que algum pastor me condene ao inferno ou que crentes cegos tentem me queimar numa fogueira, respeito (apesar de não gostar de nenhuma) todas as religiões. Inclusive, pasmem, conheço evangélicos que são pessoas normais, que discernem e pensam de maneira realmente racional e que sabem que política e religião não devem ser misturados. Apenas falo de coerência. Como eu disse anteriormente, evita que o que já está podre, fique mais fedido.

Música do dia

Porque nas quartas, todos os blues levam ao Bazza...


terça-feira, 19 de março de 2013

Música do Dia

A música do dia de hoje presta uma homenagem a um dos maiores guitarristas que já pisou neste solo. 31 anos sem Randy Rhoads...


quarta-feira, 13 de março de 2013

Enquanto isso, na Inglaterra...


Enquete...


Perguntei, numa pequena enquete no Facebook, para solteiros, qual a preferência: sexo casual ou sexo com compromisso?

Logo uma amiga minha perguntou se eu tava querendo fazer uma seleção com todas as opções femininas que optassem pelo casual, que é a minha preferência. Não era isso... Minha intenção era, simplesmente, mostrar que mulheres não conseguem ser simplesmente, sim ou não; este ou aquele. Precisam discorrer sobre o assunto, explicando porquês e não porquês sobre o assunto. Daí vem a explicação desse gosto por discutir a relação, mesmo quando não há o que discutir...

Minha teoria teria sido um sucesso se não fossem algumas respostas masculinas que também se alongavam em suas respostas. Das poucas respostas que tive explicitamente (porque tive algumas inbox), a maioria foram masculinas. Implicitamente (inbox) vieram as respostas femininas... apesar de toda a emancipação da mulher.

Segundo a mesma amiga que me "acusou" de estar fazendo um cardápio, o motivo para a falta de respostas femininas é um suposto preconceito que se formaria em cima das mulheres que respondessem optar pelo sexo casual. Eu acho que esse preconceito seria formado pelas mulheres, em relação a elas mesmas, já que são elas que foram treinadas a dizer que sexo só com amor e compromisso (mesmo que elas não pensem assim...). Não creio que os homens as fossem discriminar... pelo contrário...

No fim, só cheguei a uma única conclusão: todo mundo gosta de sexo... graças aos céus.

Música do dia

Porque nas quartas, esse é o som que leva ao Bazza...


terça-feira, 12 de março de 2013

O que perguntar...


Numa rede social, um jornal perguntava: "Você acha que a pressão popular consegue derrubar o pastor Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara?". A resposta é meio óbvia, não acham?


Claro que a pressão popular consegue derrubar esse e muitos outros "políticos" cujo a postura não condiz com o cargo. Quando a internet ainda era coisa de filmes de ficção científica, milhares de estudantes e pessoas no geral se mobilizaram e foram as ruas pedir a saída de um presidente. O famoso impeachment que aconteceu aqui. E isso aconteceu sem nenhuma divulgação via facebook, twitter ou rede social. Foi só insatisfação e indignação.

Claro que a pressão popular pode fazer isso e muito mais. A pergunta que deveria ser feita é "Será que a pressão popular é uma pressão consciente? Que as pessoas sabem pelo que estão bradando?". Essa deveria ser a pergunta, tendo em vista que muitos desses estudantes e pessoas comuns que "impeacharam" o presidente votaram no próprio para o Senado Federal... e lá está ele até hoje (e pensa em se candidatar a presidente de novo...)

Como diria Bento Carneiro: "Consciência política brasileira... ptz".

Música do dia


segunda-feira, 11 de março de 2013

Um caso a se pensar


Eu devo admitir que as pessoas também conseguem me surpreender positivamente. Hoje, ao chegar no trabalho, logo na recepção avistei um monte coisas, todas doadas à família do carroceiro assassinado que comentei na semana passada. Cestas básicas, brinquedos, roupas, até colchão no meio das coisas doadas. É de alegrar mesmo num segunda-feira.


Claro que essa família teve a "sorte" (sucumbindo a inversão de valores) de ter o caso noticiado, criando comoção nas pessoas. Mas são inúmeros os casos de crianças chorando a morte do pai ou da mãe... cujo choro não é ouvido nem captado pelas lentas das câmeras de TV.

Sei que dar esmolas não é algo lá muito digno... deixo isso para o nosso governo de esquerda". Mas é um paleativo que pode dar forças para alguém retomar sua vida. Existem um sem número de instituições, associações, etc que visam atenuar o sofrimento de pessoas cujo a sorte não tem aparecido.

Vendo que a solidariedade ainda anda em alta, você não acha que podemos ajudar mais do que fazemos? Que podemos ser solidários não só no natal? E não é necessário nenhum sacrifício... é fazer o que está ao seu alcance... já ajudaria muito...

Música do dia

E a semana começa assim...


quarta-feira, 6 de março de 2013

Não era assim...


Vi a matéria no Youtube. Um cidadão matou o outro por causa de lavagem de cavalo. O corpo do cidadão foi recolhido sem nenhuma cerimônia na frente dos filhos pequenos do assassinado, que choravam copiosamente, clamando pelo pai que não volta mais... A delegada dá seu depoimento, jurando que o assassino será preso. Pronto! Acaba a matéria, provavelmente entrou algum comercial logo após e, na sequência, mais alguma atrocidade ocorrida na cidade. E assim vai o telejornal.

E foi nisso que se transformou o jornalismo no estado (e não só aqui, vamos ser francos... é assim em grande parte do país). Um amontoado de corpos, presos, acidentes... notícias que há 10 anos atrás, mais ou menos, não seriam nem uma nota.


De uma hora pra outra a violência se tornou foco prioritário dos jornais (radiofônicos, impressos e televisivos). Não que ela deva ser ignorada; muito pelo contrário. Mas me pergunto que jornalismo é esse que transforma repórteres em parceiros de agentes funerários? Quando foi que a violência ficou tão banalizada que foi relegada ao status de "notícia", pura e simplesmente. Um tipo de notícia que nem causa mais indignação como deveria... e em tantos quanto deveria.

A vida, ou melhor, o "tirar vidas" se tornou, apenas, mais uma notícia no amontoado de "informes" que a violência nos oferece. O interesse do povo nesse tipo de notícias tem várias explicações. A mais óbvia é facilmente explicada: já notou que atrás de cada corpo exposto numa TV ou num jornal, tem sempre um grupo de pessoas "posando" pra foto/TV? Pois é... um dos motivos do interesse é, simples e morbidamente, vontade de aparecer, não importando que isso seja na cena de um crime.

Nenhum crime é deixado de lado. Quando ele não "rende" uma matéria "rende", nem que seja, uma notinha... e assim vem sendo feito o jornalismo, que faz da violência nossa companhia durante os horários nobres, quando nos reunimos com a família ou com amigos para fazer as refeições... e nem vemos crimes... são apenas "notícias"...

O choro dessas crianças que perderam o provedor foi o que me deixou indignado. Não só por saber que elas perderam o pai por motivo fútil, estúpido... mas por saber que muitos outros choros, decorrentes de motivos iguais ou semelhantes, nem são ouvidos... nem chegam a ser notícia. E quando chegam a tal patamar, não passam disso... não causam indignação... no máximo um comentário do apresentador... seguido de um comercial.

Me lembro de uma frase (antiga) de Alfred Hitchcock:






Música do dia

Hoje é dia de blues no Bazza... Simbora!!!

terça-feira, 5 de março de 2013

Como diziam os Novos Baianos...

'Cabou-se... e não é que os nobres promotores do Ministério Público de Pernambuco resolveram se dar um auxílio-alimentação retroativo no valor de 65 mil reais? Isso referente a março de 2007 a fevereiro de 2012. É que nesse período, eles não tiveram como pagar por sua alimentação ganhando, apenas, 18 mil reais mensais (salário atual).

Como passaram fome nesses seis anos, nada mais justo que se dar essa besteirinha, né não? A minha maior pergunta é: ganhando 18 mil reais mensais, ainda precisa de mais 1.100 reais (55 reais por dia útil) como auxílio pra pagar despesas com alimentação?

Alguém pode explicar o que siginifica "auxílio"? Aqui vai uma força, pra economizar tempo: s.m. Socorro, ajuda, amparo.

Ganhando 18 mil reais por mês ainda precisa desse "socorro" e mais o retroativo?

É como diziam os Novos Baianos...

Junkie (Bons tempos...)


Música do dia

sexta-feira, 1 de março de 2013