segunda-feira, 30 de julho de 2012

Viva voz...

Como eu vivo dizendo, eu devo ter feito pole dance na cruz enquanto crucificavam Jesus. Definitivamente... Aconteceu na semana passada...

Lá vou eu pro trabalho, de táxi porque é dia de tocar e levo violão, pastas, estante, etc, e tudo vai correndo bem. Motorista calado, TV no táxi, enfim, tudo como deveria ser. Bom até demais... mas claro que não podia acabar tão bem, né?

Eis que ainda faltando um bom pedaço pra chegar no trabalho, toca o celular do motorista. Beleza... pode acontecer com qualquer um... só o que o viva-voz dele é daqueles que sai nas caixas de som do carro... E ele atende e a mulher do outro lado começa a falar...

- "Fulano... tá com raiva de mim?"

- "Não... (bem seco)"

- "Mas eu não fiz nada, fulano... acredita em mim..."

- "Depois a gente conversa... tô trabalhando!"

- "Depois nada... tem que ser agora!"

Preciso dizer que fui testemunha de toda uma D.R na qual eu não eu não tinha a menor participação nem interesse? Putz... só comigo mesmo.

O que eu posso dizer disso tudo é que se você tem um namorado que trabalha no domingo, não vá a um pagode onde ele conheça muita gente. E se for, não dance com nenhum amigo dele que vá tirar onda do tipo "tava dançando com a tua mulher..." Você vai evitar que seu namorado fique com raiva de você, que ele termine uma amizade e, eventualmente, você tenha sua intimidade exposta e ele perca um passageiro.


PS: Fulano, vai por mim: larga essa mulher...

Música do dia


Essa era a alma...

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Clima de azaração

Rafael Araújo, meu mais fiel colaborador, sai com mais uma brilhante constatação da realidade estúpida...

"Acho interessante quando dizem que o lugar "tem clima de azaração", se referindo a paquera. Deve ser porque a mulher já vai pra esse lugar com a certeza de ter o azar de ser importunada por um monte de macho sem futuro".

Música do dia

terça-feira, 24 de julho de 2012

Música do dia

Aretha é incomparável, eu sei... não tô fazendo comparações... apenas ando descobrindo as versões que essa moça faz. E tenho ficado (gratamente) surpreso...

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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Aplausos...

Merece todas as palmas...

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Bobby Mergulhão
1969 - 2012

Aos que ficam...

Cada um sabe os demônios que carrega e até onde consegue combatê-los. Cada um luta como pode e usa as armas que lhe são possíveis. E quando nem um sorriso consegue esconder a dor, cada um escolhe o melhor caminho a seguir. Alguns escolhem parar; não seguir mais. Não cabe a mim ou a ninguém julgá-los. Ninguém sabe o quanto a luta os exauriu.

A única certeza que fica é a saudade dos que resolveram não mais seguir...

Música do dia

Depois de deixar o Junkie abandonado por uns dias, ei-lo de volta...



quarta-feira, 18 de julho de 2012

Pensamentos rápidos


Como eu posso dar conta da minha vida se eu sou apenas um? Tem gente que acha que eu pergunto isso de verdade e resolve me "ajudar" a viver a minha vida... fala sério!!!

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Pra que se importar com o que eu falo e/ou escrevo se a recíproca não é verdadeira?

Escolhas

A gente vive entre escolhas. Boas escolhas, más escolhas, racionais, irracionais... Algumas com chance de voltar atrás, outras não... são as escolhas que fazem a nossa história.

Agora... a maneira como escrevemos nosso nome na história é a forma como encaramos as consequências das escolhas que fazemos.

Eu sempre paguei o preço das minhas escolhas... alguns, caros demais... Mas continuo de pé; caminhando... e com a cabeça erguida...

Divagações de quem, de vez em quando, olha pra trás sem parar de caminhar...

Música do dia

Porque hoje tem blues no Bazza...

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Música do dia

Homenagem do Junkie a um dos maiores músicos que o planeta terra teve o prazer de conhecer...

John Lord
09/06/1941
16/07/2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dia mundial do Rock

Como diz meu amigo Elcy, a data em que se comemora o Dia Mundial do Rock é bem "picareta". Foi criada a partir da realização de um festival, organizado por Bob Geldoff (Live Aid) como forma de angariar dinheiro para os que morriam de fome na África. Mas isso em 1987. Mas por que essa data deveria ser o marco? Não concordo...

O termo "Rock and Roll" já era usado em composições dos anos 40. E segundo muitos, Alan Feed, DJ (de verdade) americano, foi o primeiro a utilizar o termo Rock and Roll para definir o ritmo num veículo de comunicação (o rádio, né?). Então por que o dia mundial do Rock não poderia ser o mesmo dia do aniversário do Alan? Ou, então, a data de lançamento do disco de Bill Haley, Rock around the clock? Bom... mas essa é apenas a minha opinião (e acho que Elcy compactua dela...).

Data picareta ou não, tem uma data e é mais do que justa. O Rock ultrapassou barreiras, gerações, modas, críticas, governos e posturas e se mantém sempre atual. Ao contrário de outros estilos, suas músicas não ficam velhas... se perpetuam.

Na minha opinião, o rock tem uma característica especial: não existe "rock isso" ou "rock aquilo". Rock é rock mesmo (tradução dada ao título do filme do ACDC, Let there be rock). Sei que muitos gostam de subdividir o rock em diversos estilos, facções e até nacionalidades. Isso pra mim não existe. Rock é rock em qualquer lugar do mundo. Assim como não existe frevo norueguês, não existe rock pernambucano nem rock brasileiro, australiano, canadense, o escambau. O Rock é cosmopolita... Apesar de ter nascido nos Estados Unidos da América, o rock não tem pátria. É universal...

Cabe, também, lembrar que nem tudo o que rotulam como sendo Rock o é. Indústrias tendem a rotular qualquer porcaria de rock para tentar vender mais.

Mas quem sabe o que é rock; quem conhece o rock; quem curte e vive o rock não se engana.

For those about rock: we salute you!!!

Música do dia

The road...

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Hum...



Começo a achar que a minha vontade de arrumar uma namorada é proporcional ao tempo que passo sem sexo...

Mais sobre o óbvio...


Muito boa a matéria num jornal local sobre o poder que o povo tem nas mãos. A matéria cita dois exemplos: uma cliente indignada com o “atendimento” prestado por um funcionário de um Dpto. de Trânsito da Grande Recife. Além de se recusar a atender a cidadã, o “funcionário” ainda lhe fez gestos obscenos que ela filmou com seu celular e fez sua denúncia via redes sociais. O resultado é que o “funcionário” já ostenta o título de ex e será uma pessoa a menos a prestar um péssimo serviço à população.

No Brasil, casos como esse são raros. Sabe por que? Porque aqui, o povo perdeu a vontade de se manifestar. Como se é feito de idiota faz tempo, o povo fica calmo e passivo, perpetuando injustiças, serviços de péssima qualidade, impunidade, destratos, desmandos, etc. Não existe uma cultura de se reclamar quando se é maltratado.

Com uma simples reclamação como essa, você ajuda um sem número de pessoas, que não vão ter que passar pela mesma situação vexatória. Se essa pessoa tivesse saído calada, não reclamasse e não exigisse seus direitos, o ex-“funcionário” ainda estaria lá, dando o dedo pra quem ele quisesse.

Gosto muito de uma frase: “Quando a presa está armada, o predador dorme com fome”! É por aí... Reclamar quando se sentir agredido é uma arma que você tem. Use-a. Assim você vai melhorar sua vida e a de muitas pessoas ao seu redor. E isso vale para péssimos funcionários, péssimos serviços e, principalmente, péssimos políticos.

Como diz o dito popular, “acorda pra cuspir senão a baba cai da boca”! Agora... isso não soa óbvio pra você? Pois deveria...

Música do dia

A pegada é essa...

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sábado, 7 de julho de 2012

Sensações...

Qualquer coisa, ato, movimento, ação pode causar sensações diferentes mesmo que isso seja um hábito comum. A diferença está no "a partir de..."

Comer chocolate sempre é bom... Mas uma barra de Alpino, hoje, dá uma melancolia...

Divagações numa manhã de sábado...

Música do dia


Porque hoje é dia de rock... 

e "du bom"...

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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Acordo pré-sexual

Ontem, conversando com uma amiga, tentava explicar minha postura quanto a relacionamentos. Apesar de defender o sexo casual (com muito entusiasmo, diga-se de passagem...) e consensual (claro) não sou contra relacionamentos. Simplesmente não vou pra cama com ninguém já pensando em "vou namorar com ela, depois noivar e depois casar". Na grande (e esmagadora) maioria das vezes, penso apenas em prazer... mútuo... E costumo deixar (ou tentar deixar) bem claro minha postura: mostrar que não há uma promissória de comprometimento pelo fato de estarmos indo pra cama. Explicava que gosto de avisar isso antes.

Muito inteligente que ela é, ela disse que isso não existe. Que eu estava criando um acordo pré-sexual, colocando regras em um jogo que não segue um roteiro definido, tratando a parceira como um mero objeto sexual. Talvez... pode ser que muita gente pense assim. Talvez seja muito frio você deixar avisado que quer fazer sexo com a pessoa mas que não pensa em nada mais que isso. Talvez...

Mas, honestamente, eu prefiro que seja assim. Deixando tudo o mais claro possível. Claro que não vou chegar dizendo "olha, eu só quero te comer, nada mais que isso. Tá afim?". Posso ser a favor do sexo casual, mas antes disso, sou a favor do respeito. E do consenso.

Explico que o sexo casual, pra mim, não tem nenhuma conotação além de gerar prazer mútuo como citei acima. Pra mim, pessoas que praticam sexo casual não são vagabundas (apesar de muita gente acusar e apontar, mesmo tendo os "dedos sujos"). Muito pelo contrário. Fazendo uma comparação grotesca, o sexo casual é como bebida alcóolica. Tem gente que pode beber numa boa e tem gente que não... que quando bebe faz merda.

Sexo casual é pra quem sabe onde está pisando... pra quem se conhece... pra quem se sente resolvido. E também, sua casualidade não é definitiva. O que as pessoas não entendem é que não sou contra relacionamentos. Apenas não corro atrás. Depois de muito apanhar com o tempo, espero que surjam naturalmente. Até surgem vontades... mas nem sempre correspondidas. Por isso é bom ter a mente tranquila. Um relacionamento pode nascer de um sexo casual, por que não? Essa hipótese nunca é descartada. Apenas não faço do sexo uma promissória.

E prefiro "informar" sobre o não comprometimento antes porque sempre prefiro que as pessoas me odeiem por ser chato, frio, insensível, etc do que me acusem de tê-las enganado, ter mentido... de ter ludibriado alguém.... Gosto de encostar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo... sem que nenhum ato meu possa me corroer em remorso. Nem sempre sou entendido... e pago o preço. Inúmeras recusas, algumas acusações, mas, em minha defesa, eu posso dizer que sempre sou sincero.

Logo, o "acordo pré-sexual" não é uma negativa a um relacionamento. Ele apenas faz com que o sexo não seja uma promessa...

Em poucas palavras (mas mais do que costumo usar no Junkie), é isso.

PS: como tudo que escrevo aqui, idéias, opiniões, etc, correspondem, apenas, ao meu jeito de ver as coisas. Não é uma verdade absoluta (óbvio). Logo, você pode concordar ou não... Não há compromisso.

Música do dia

Porque quartas tem blues no Bazza...


terça-feira, 3 de julho de 2012

Tá ligado?

Pois é. Hoje, em um debate que participei numa rádio, acho que consegui expressar minha postura política. Não sou esquerda (mesmo porque a esquerda, quando assume o poder se transforma em direita), nem direita. Sou do partido da boa índole, do bom caráter, da vergonha na cara.

Não vejo os políticos como nada mais que trabalhadores, como qualquer outra categoria. Mas gostaria de ver quem se candidataria a um cargo público se ele não fosse tão cheio de privilégios. Eu estudei, tenho curso superior, falo 3 idiomas, etc e não tenho direito a foro privilegiado como o Tiririca, analfabeto, sem estudo ou cultura e de caráter duvidoso, tem apenas por ser político.

Eu ainda não conheci, no mundo, ninguém tão nobre afimd e tomar pra si os problemas da comunidade pelo simples fato de querer o bem comum. Tirem todos os privilégios dos políticos, lhes dêm um salário digno, porém não exorbitante, as mesmas atribuições de qualquer assalariado e eu quero ver quantos se candidatarão a um cargo público.

Não é o povo que deve temer os políticos... sacou?

Música do dia


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Espaço

Tava conversando com um amigo meu pelo Face... falávamos sobre ser purista e espaço na mídia. Aí me lembrei de um episódio que acontceu faz algum tempo. Estava eu no intervalo do ensaio, a famosa pausa que eu dava pra fumar um cigarro, quando escuto uma outra banda, todos sentados e discutindo sobre espaço pro rock na mídia.

- "Fo#a que a mídia não dá espaço pro rock. Só quer saber de brega, forró, pagode..."

Ouvi isso como se fosse uma deixa pra minha entrada:

- "E se eu dissesse que consigo espaço pra tua banda tocar em um programa de TV, tu iria?"

- "Claro!!"

- "Mas tem um porém: não dá pra banda tocar ao vivo... tem que ser playback!"

- "Ah... aí não rola. Faço playback não..."

Pois é... essa como quase a totalidade das bandas de rock de Pernambuco (e talvez de todo o país) dão o mesmo texto: não fazemos playback. Por um lado eu entendo... O playback, mas conhecido antigamente como dublagem, é meio desconfortável porque você precisa fingir que está tocando. Nem todos se sentem a vontade. Mas é preciso pensar um pouco a respeito.

Pra cada banda de rock que diz que não faz playback, existem 2 milhões de banda de axé, pagode, brega, forró, etc dizendo "sim, nós fazemos e queremos". Daí você começa a entender porque você só assiste a esses ritmos na TV, né? Não é só o apelo "mais popular" que esses estilos tem. É que, pelo menos em Pernambuco, é difícil achar bandas de rock que topem fazer dublagem. Difícil mesmo...

E outra coisa: entendo que você não queira fazer playback porque não é ator, blá, blá, blá... mas me fale com sinceridade: quantas e quantas vezes, ouvindo uma música, você não tocou uma guitarra imaginária...? uma bateria imaginária...? um teclado imaginário...? E quantas vezes dessas foi na frente de outras pessoas, durante uma biritada qualquer da vida?

Pouquinho de senso mata não...

Música do dia